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COBRE CHELATED ( cobre quelato)

  • Marca: PERFORMANCE
  • Modelo: COBRE CHELATED ( cobre quelato)
  • Disponibilidade: Em estoque

R$45,05


Benefícios

* Aumenta Imunidade

* Alta absorção no formato de suplemento quelato(O cobre proveniente dos alimentos apresenta pequena disponibilidade absorção)

* participa indiretamente da formação de elastina e colágeno


* É comum veganos apresentarem deficiência do nutriente


Mineral Quelato quando uma molécula de mineral está ligada a um aminoácido específico. É de fácil assimilação pelo organismo. 

As diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) para consumo de sódio e potássio estão fora de compasso, indica um estudo realizado em quatro países.

A diferença entre os tipos está no peso molecular, na constante de estabilidade das ligações e nos aminoácidos utilizados.

Os minerais quelatados possuem a vantagem de serem melhor biodisponíveis (até 90% de absorção, contra 10 a 20% dos minerais

inorgânicos), sem interferirem na absorção de outros nutrientes, sem possuírem efeitos colaterais, nem causarem doppig. 


O cobre é um mineral considerado essencial para o organismo. Ele é um oligoelemento, elemento químico essencial para os seres vivos encontrado em baixa concentração nos organismos, porém de fundamental importância biológica.


O corpo humano não consegue produzir o cobre, ele é obtido por meio da alimentação. O cobre ajuda na formação de algumas células sanguíneas, hormônios e enzimas antioxidantes, também contribui para a síntese de neurotransmissores, formação da bainha de mielina e regulação da expressão gênica. O cobre ainda ajuda a regular a quantidade de ferro no organismo e na formação de tecidos conjuntivos.


Benefícios comprovados do cobre

Bom para a pele: O cobre é bom para a pele por alguns motivos. Ele é importante para a formação de melanina, que desempenha um papel na pigmentação da pele, cabelos e olhos, impedindo, por exemplo, a formação de manchas de pele, melasma.


A lisil oxidase, é uma enzima dependente de cobre responsável pela ligação cruzada de colágeno e elastina, que são essenciais para a formação de tecido conjuntivo forte e flexível. Por fim, a ação antioxidante que o cobre proporciona por meio das enzimas antioxidantes também irá contribuir para uma pele mais saudável e bonita.


Bom para o cérebro: Muitas cuproenzimas, enzimas dependentes de cobre, são responsáveis por diversas reações essenciais para a função normal do cérebro e do sistema nervoso. Estas enzimas dependentes de cobre são responsáveis pela síntese de neurotransmissores. Além disso, a formação e manutenção da bainha de mielina, bainha protetora que cobre os nervos, é feita de fosfolípidos cuja síntese depende da atividade do citocromo c oxidase, enzima dependente de cobre. A forte ação antioxidante que o cobre proporciona indiretamente também irá prevenir doenças cerebrais degenerativas.


Bom para a imunidade: O cobre é essencial para que as pessoas tenham um bom aproveitamento da vitamina C. Esta vitamina aumenta a produção de glóbulos brancos, células que fazem parte do sistema imunológico e que tem a função de combater microorganismo e estruturas estranhas ao corpo. A vitamina C também aumenta os níveis de anticorpos no organismo. Assim, ela ajuda a fortalecer o sistema imunológico, deixando nosso corpo menos suscetível a doenças. A poderosa ação antioxidante que o cobre proporciona indiretamente também age de forma positiva na imunidade.

Evidências recentes indicam sua influência sobre a função imunológica. O cobre desempenha papel importante na maturação dos tecidos linfoides. Atua também como cofator para a enzima superóxido dismutase, enzima chave na defesa antioxidante. O cobre livre no plasma é um agente catalizador de espécies reativas de oxigênio. 

Existem evidências de que, diante da redução dos níveis séricos de cobre, há depleção da atividade antioxidante. Thakur et al e Tatli et al verificaram, em crianças gravemente desnutridas, redução significativa nos níveis séricos de cobre e na atividade da enzima SOD, quando comparadas ao grupo controle. Takur et al encontraram ainda associação positiva entre baixos índices de cobre e aumento dos episódios diarreicos. Portanto, sugere-se que a depleção de cobre contribua para uma maior suscetibilidade a infecções. Além disso, devido à diminuição da atividade da enzima SOD, os baixos índices de cobre podem levar ao excesso da produção de radicais livres, ocasionando danos no DNA nuclear e mitocondrial, na membrana lipídica celular e nas proteínas intracelulares, culminando na morte celular(33), o que, de acordo com evidências recentes, contribui

para a formação de edema em crianças desnutridas.


Bom para o coração: O cobre é um mineral essencial para enzimas antioxidantes como a superóxido dismutase e a celuroplasmina, que impedem a ação dos radicais livres sobre a oxidação de lipídeos, diminuindo o risco de doenças cardíaca, uma vez que as gorduras oxidadas podem levar ao entupimento de artérias.


Além disso, a lisil oxidase, é uma enzima dependente de cobre responsável pela ligação cruzada de colágeno e elastina. A ação da lisil oxidase ajuda a manter a integridade do tecido conjuntivo no coração e nos vasos sanguíneos e também desempenha um papel na formação dos ossos.


Deficiência de cobre

A mais importante deficiência de origem mineral depois do fósforo, talvez seja a de cobre.

O desenvolvimento da deficiência desse elemento depende tanto da sua concentração na dieta como das concentrações dos antagonistas que interferem com a absorção e a subseqüente utilização para os processos metabólicos (Vasquez et al., 2001). 

O cobre está presente no sítio ativo de algumas enzimas que catalisam reações orgânicas

oxidativas. O cobre proveniente dos alimentos apresenta pequena disponibilidade, ao redor de 4%, sendo que está intimamente ligado à forma química, na qual se encontra este

microelemento e sua solubilidade (Ortolani, 2002).

A deficiência de cobre no organismo pode causar problemas como manchas na pele, neutropenia (anormalmente baixo número de glóbulos brancos chamados neutrófilos), osteoporose e doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson. Problemas na tireoide também podem ocorrer diante da carência de cobre.

Foi verificado que os animais que consumiam dietas deficientes em cobre morriam repentinamente de hemorragia interna causada por defeitos estruturais das artérias, uma vez que a concentração de colágeno e elastina diminuíam significativamente neste grupo deficiente de cobre. Assim, descobriu-se que o cobre participa indiretamente da formação de elastina e colágeno, uma vez que este mineral é importante para a formação da enzima lisil oxidase, responsável pela formação de colágeno.


Existem vários exames que podem ser solicitados por médico ou nutricionista para identificar a carência, como o cobre urinário de 24 horas, cobre total, cobre plasmático não ligado à ceruloplasmina, cobre livre, cobre hepático, verificando assim a real necessidade do indivíduo deste mineral.


Interações com o cobre

Zinco: Altas ingestões dietéticas de zinco podem aumentar a síntese de uma proteína chamada de metalotioneína intestinal, que se liga ao cobre impedindo sua absorção intestinal.

Vitamina C: Pesquisas em animais apontaram que o suplemento de vitamina C pode diminuir a quantidade de cobre no organismo.

Medicamentos: A penicilamina aumenta a excreção urinária de cobre, os indivíduos que tomam a medicação para fins diferentes da sobrecarga de cobre podem ter uma maior exigência nutricional do mineral. Além disso, os antiácidos podem interferir na absorção 


Sistema imune

O sistema imune de mamíferos inclui um complexo conjunto de células e de moléculas que interagem para fornecer a proteção contra micróbios patogênicos (bactérias, vírus, parasitas). Esse sistema compreende dois componentes principais: o sistema imune inato e o adquirido.

A defesa inata está presente desde o nascimento, não é específica e pode responder aos diferentes agentes da mesma forma sem produzir células de memória. Compreende barreiras estruturais (pele e membranas mucosas) e fisiológicas (pH e níveis de oxigênio). Em adição, células fagocitárias e outros leucócitos, como as células natural killer (NK), estão envolvidas diretamente na fagocitose, pinocitose, morte celular e resposta inflamatória. Tais processos não são influenciados pelo contato prévio com o agente infeccioso e formam a primeira linha de defesa do organismo, eliminando células infectadas por vírus e células tumorais, retardando o estabelecimento da infecção(18-20).

As células de maior destaque na resposta imune inata são os neutrófilos e macrófagos. Os macrófagos produzem citocinas, proteínas sinalizadoras que recrutam outras células

inflamatórias, como os neutrófilos, durante o desencadeamento da resposta imune. Interferons (IFN), interleucinas.

Efeitos da deficiência de cobre, zinco e magnésio sobre o sistema imune de crianças com desnutrição grave (IL) e o fator de necrose tumoral (TNF-α e TNF-β) são as

principais citocinas envolvidas na resposta imune. As células NK reagem rapidamente à presença de células infectadas por vírus e agem também eliminando determinados tipos

de células tumorais.

A resposta imune adquirida atua por maior período do que a inata e apresenta especificidade e memória. Essa defesa fornece uma proteção mais efetiva contra patógenos por sua habilidade de memorizar e reconhecer expressivo número de antígenos. É composta por células de memória B e T. As células B contribuem para a resposta imune por meio da secreção de anticorpos ou imunoglobulinas que são subdividas em cinco classes: IgA, IgD, IgE, IgG, IgM (imunidade humoral) e as células T, na imunidade mediada por células. As células T apresentam-se em populações funcionais distintas: células T helper (CD4, também chamada

Th) e células T citotóxicas (CD8 – divididas em citotóxicas e supressoras).







O uso do suplemento de cobre

O suplemento de cobre é recomendado quando a pessoa não consegue obter quantidades suficientes do mineral na alimentação. É comum veganos apresentarem deficiência do nutriente.





Referencias

Efeitos da deficiência de cobre, zinco e magnésio sobre o sistema

imune de crianças com desnutrição grave. Érika Michelle C. de Macêdo , Marco Antônio F. Amorim,  Alyne Cristine S. da Silva, , Célia Maria M. B. de Castro


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